Nova York, 23 de setembro de 2025 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu ao elogiar o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva durante discurso na Assembleia Geral da ONU. O republicano afirmou ter sentido uma “ótima química” com Lula e confirmou que os dois se reunirão já na próxima semana.
“Encontrei o presidente Lula, nos abraçamos e vamos nos encontrar semana que vem. Tivemos uma ótima química”, declarou Trump, em tom descontraído, ao falar sobre o breve encontro com o líder brasileiro nos bastidores do evento.
Contexto do discurso
A fala ocorreu durante a participação de Trump na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. O encontro reúne chefes de Estado de todo o mundo para debater questões globais urgentes, como mudanças climáticas, desigualdade, segurança internacional e conflitos armados.
Lula foi responsável por abrir a série de discursos da sessão, reforçando a defesa do multilateralismo, a condenação às guerras e a necessidade de cooperação internacional para enfrentar problemas comuns.
Significado político
O elogio público de Trump a Lula chama atenção por aproximar dois líderes de perfis políticos distintos. Analistas avaliam que a aproximação pode ter motivações estratégicas, ligadas a interesses comerciais e diplomáticos entre Brasil e Estados Unidos.
Para Trump, demonstrar abertura ao diálogo com Lula pode reforçar sua imagem de liderança global pragmática. Já para o presidente brasileiro, o reconhecimento do líder da maior potência mundial fortalece sua posição no cenário internacional e pode abrir caminho para novas negociações bilaterais.
O que pode estar em jogo
Entre os temas que devem marcar a agenda do encontro da próxima semana estão:
Comércio e investimentos entre Brasil e EUA;
Políticas ambientais, incluindo preservação da Amazônia;
Cooperação em segurança energética e transição para fontes renováveis;
Ações conjuntas em fóruns multilaterais, como G20 e COP30.
Repercussões esperadas
A aproximação pode gerar impactos tanto no cenário internacional quanto interno. No Brasil, apoiadores de Lula devem usar a fala de Trump como prova de reconhecimento global, enquanto opositores podem criticar a possível parceria. Já no exterior, outros atores internacionais acompanharão de perto os desdobramentos desse diálogo, que pode redefinir pontos da relação entre Brasil e Estados Unidos.

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